Cyberpunk 2077 e Edgerunners chegam a Apex Legends em um novo e polêmico crossover.
Cyberpunk 2077 e Edgerunners chegaram ao Apex Legends com um novo evento crossover, mas os fãs estão divididos quanto à qualidade das skins e das escolhas de personagens.

Os universos da CD Projekt RED colidem mais uma vez com o sucesso do battle royale da Respawn Entertainment, Apex Legends. Após o crossover bem-sucedido com Wuthering Waves no início deste verão, a mais recente colaboração traz a estética sombria de Cyberpunk 2077 e a aclamada série de anime Edgerunners para a arena frenética de Apex. O evento, que acontece de 14 de julho a 18 de agosto de 2026, apresenta uma série de conteúdos temáticos, mas a recepção tem sido bastante polarizada.
Uma Invasão de Night City na Arena
Este evento por tempo limitado busca transplantar a atmosfera neon de Night City para a jogabilidade de Apex Legends. Os jogadores podem adquirir diversas skins inspiradas em personagens icônicos, incluindo David Martinez (inspirado em Sparrow), Lucy (Axle), Rebecca (Rampart), Royce (Gibraltar), Lizzy Wizzy (Ash) e a corporativa Panam (Loba). Além disso, o evento apresenta novas skins para armas, principalmente a pistola inteligente 'Skippy' aplicada ao Alternator, completa com sua IA falante característica, e a introdução de habilidades fiéis à história, como os poderes 'Sandevistan' e 'Blackwall'.
Por que os fãs estão divididos
Apesar da ambição do projeto, a resposta da comunidade tem sido, na melhor das hipóteses, morna. Embora muitos jogadores apreciem a integração mecânica de dispositivos icônicos, uma parcela significativa dos fãs recorreu às redes sociais para expressar sua insatisfação com o design visual. Os críticos classificaram as novas skins dos personagens como 'horríveis', argumentando que elas não conseguem capturar a nuance artística do material original.
Além disso, muitos fãs questionam a seleção dos personagens em destaque. A ausência de figuras lendárias como Johnny Silverhand ou o protagonista V deixou um gosto amargo para muitos fãs dedicados da franquia, que veem a formação atual como uma oportunidade perdida de honrar plenamente a profundidade do universo Cyberpunk. Enquanto os fãs aguardam ansiosamente a estreia de Edgerunners 2 na Netflix e o eventual sucessor do título original de 2077, esta colaboração serve como um lembrete de que trazer uma estética tão distinta para uma engine diferente é um delicado exercício de equilíbrio que raramente agrada a todos.